quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cuidado com os Sugadores de Energia


Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar" energia da gente! Outro dia eu estava muito bem, alegre e satisfeito. Encontrei-me no shopping com um amigo e em meia hora de conversa ele me deixou um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.Fiquei pensando no que aconteceu e logo percebi que aquela conversa horrível do "amigo" (sic) falando só de doenças, roubos, estupros, filhos de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando minha energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só ele falou) ele parecia estar melhor do que nunca e eu ... em profunda depressão.Cuidado com esses "sugadores de energia positiva". Eles estão em todo o lugar: na empresa, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem o obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos. Gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos seqüestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo! Livre-se dessas pessoas!Mesmo que seja um grande "amigo" (sic) não tenha piedade dele, pois ele, por certo não tem dó de você. Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: "- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal- de-fruta. São funcionários que não acreditam em programas de qualidade e produtividade, em comemorações, em promoções especiais e qualquer outra coisa que a empresa faça com a intenção de mudar, crescer, expandir horizontes. Elas são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo" e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...".Meu conselho nesta semana é: Livre-se dessas pessoas!Esses "sugadores" de energia vivem da energia alheia e hoje não dá para viver e trabalhar com alguém "puxando você prá baixo" o tempo todo.Pense nisso.


Boa Semana. Sucesso!


Prof. Marins

terça-feira, 5 de maio de 2009

COMO ATINGIR OBJETIVOS E METAS?


Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei durante mais de um ano, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar" o animal. Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.

O que a caçada aborígine nos ensina?

Em primeiro lugar vemos que a "dança" é uma preparação mental e física para a caçada (objetivo) e ao mesmo tempo um verdadeiro "treinamento". Quando imitam o animal e o ato de caçar, fazem, na verdade um treinamento de simulação da caça verdadeira. Aí são discutidos os hábitos do animal a ser caçado, o comportamento dos caçadores, as armas e a destreza no uso dos equipamentos (bumerangues e lanças), etc.Mas o principal é que a dança serve para fixar claramente qual é o objetivo do dia seguinte – caçar aquele determinado animal (e não outro).

Com o objetivo bem determinado, claro e de conhecimento de todos (qual é o animal a ser caçado) e com ações de preparação e treinamento (dança noturna) para conquista-lo, e com as armas certas, não há como não obter êxito na caça!
No dia seguinte, a caçada segue sem nenhuma tensão ou ansiedade pois que a certeza de caçar é tão grande que basta apenas ter dedicação e entusiasmo para se atingir o objetivo final – trazer o animal para a aldeia!

Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, instrumentos certos para atingi-los (ou armas adequadas), pessoas certas e habilidades treinadas, dedicação e entusiasmo e, com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que parecem ser.

Os dias atuais de extrema mudança e competitividade exigem que tenhamos claro os nossos objetivos pessoais e profissionais e um total envolvimento e comprometimento com as coisas e com as causas da empresa em que trabalhamos. Para atingir um objetivo é preciso que não nos economizemos em nossa capacidade de participar dos programas e projetos de qualidade, produtividade, agressão ao mercado, vendas e outras atividades que levem nossa empresa ao sucesso.

Há pessoas que não se envolvem, não se comprometem, com a idéia falsa e errônea de que não se envolvendo e não se comprometendo ficam isentas de problemas. Nada mais falso! Pessoas que preferem "morrer sentadas" com medo de participar ficam à margem do caminho, nunca são promovidas e são vistas como não-comprometidas.

As pessoas de sucesso são as que não têm medo de se comprometer e as que compreendem que o sucesso exige de nós a coragem para correr riscos, para assumir compromissos e lutar por nossos objetivos. A diferença fundamental entre ganhadores e perdedores está na medida do comprometimento, do envolvimento, da participação e da capacidade de fazer, empreender.

Você conhece funcionários que ficam procurando maneiras de fazer as coisas pelo caminho menos comprometido e mais fácil? Você conhece funcionários que ficam o tempo todo olhando no relógio para ver quando terminará o expediente para irem embora o mais rapidamente possível? Você conhece pessoas que não participam de nada em suas comunidades para não se envolverem em coisas que "dão trabalho"?

Eu conheço muita gente assim e tenho pena dessa gente.
O tempo atual é dos que têm objetivos claros e são comprometidos com aquilo que fazem. Vejo, com pesar, pessoas que se economizam o tempo todo. Parece que não querem "gastar-se". Não querem "doar-se" àquilo que fazem. Essas pessoas jamais terão sucesso algum. Jamais experimentarão o prazer de serem avaliadas positivamente. Jamais alcançarão seus objetivos e metas.

Quanto mais uma pessoa se economiza, mais os outros a economizarão, não contando nada a elas, não as envolvendo nas decisões, não perdendo, enfim, tempo com elas. E assim, elas vão ficando cada vez mais "por fora" e alheias a tudo o que acontece e, é lógico, serão igualmente esquecidas nas promoções e nas oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

Com um objetivo claro e definido, pessoas comprometidas experimentam o sucesso tão invejado pelos que não se envolvem, não se comprometem e ficam à margem do caminho.

Acredite! Tenha foco, se aperfeiçoe, use as armas adequadas, tenha dedicação e entusiasmo e traga para casa o seu "bicho"!


Pense nisso. Sucesso!


Prof. Marins


Você está Envolvido ou Comprometido com o seu Trabalho?


Embora as palavras Envolvimento e Comprometimento estejam muitas vezes ligadas a casos amorosos, estas palavras têm um impacto fundamental no nosso dia-a-dia e principalmente em nosso trabalho.
Estar envolvido ou comprometido com o seu trabalho são situações totalmente diferentes e podem ter um reflexo bom ou ruim em sua vida, dependendo de você. Há um exemplo clássico sobre envolvimento e comprometimento que é o seguinte:


Imagine você tomando seu café da manhã e comendo ovos com bacon. Delícia, não? A galinha estava Envolvida no processo, pois apenas colocou os ovos. Já o porco estava totalmente Comprometido, pois teve que dar a vida para você poder se deliciar com o bacon.


É “dando a vida” por nossos sonhos e projetos que certamente encontraremos o sucesso o quanto antes. Não desista no primeiro não porque sempre haverá um sim. Sonhar grande ou pequeno dá o mesmo trabalho, então sempre sonhe nas estrelas.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

ÁGUIAS - 4

4 - Quando uma águia sente que o vento está muito forte ela dobra os joelhos e não tenta lutar contra o vento, ela deixa o vento lhe levar com a ajuda do vento ela consegue voar melhor.

LIÇÃO: A maior demonstração de humildade de um indivíduo é quando ele se ajoelha. Às vezes é preciso ser humilde para reconhecer que precisamos "deixar o vento levar", que é mais fácil lutar a favor do que contra. Ser humilde não para concordar com tudo, mas para saber quando estamos precisando da ajuda "dos ventos", das situações. Ou apenas ter paciência de esperar passar a tempestade.

ÁGUIAS - 3

3 - A águia é uma das poucas aves, se não a única que não anda em bandos... ela voa solitária e não acompanha bandos por isto é capaz de estar sempre subindo....

LIÇÃO: Não que sejamos uma ilha no oceano, alheios e alienados do mundo das pessoas, mas às vezes precisamos ser solitários em nossos conceitos e pensamentos para não seguir apenas por seguir a multidão, o que a massa pensa. Precisamos ter identidade própria, idéias próprias para estar sempre subindo... mesmo sabendo que precisamos uns dos outros para viver.

ÁGUIAS - 2

2 - Há uma época da vida da águia em que o seu bico apodrece, envelhece de forma que ela não consegue mais pescar bem ou emitir os mesmos sons... sabe o que ela faz? Ela vai até uma grande pedra e bate com o seu bico velho na pedra até que ele se quebre e caia e dê lugar a um bico novo.

LIÇÃO: Nossa tendência é manter o mesmo "bico velho", não queremos mudar nosso discurso, não queremos evoluir nossas idéias, mudar nossos pensamentos não queremos espelhar um novo sorriso ou emitir sons mais belos. Usamos as mesmas frases feitas, as mesmas palavras amargas, ou dizemos "nasci assim já estou muito velho para mudar" ou "eu sou assim mesmo e pronto" ... Muitas vezes estamos precisando de um bico novo! Para viver uma nova realidade de vida.

ÁGUIAS - 1

1 - A águia é bonita, atrativa, perspicaz. Mas não é simplesmente pela sua beleza natural. É porque ela tem a capacidade de se auto-avaliar e se reciclar constantemente. Chega um certo tempo de sua vida em que as penas da águia envelhecem e já não voam tão bem e nem são mais tão bonitas. Então ela sobe até um alto monte e arranca todas as penas velhas até que as novas nasçam novamente e ela consiga voar melhor e ficar mais bela.

LIÇÃO: Muitas vezes nós estamos cheios de "penas velhas" que precisam ser arrancadas de nossa vida para darem lugar a uma nova beleza, para melhorar nossa performance, para sermos melhores pessoas, e nem sempre temos esta capacidade de nos auto-avaliar e reconhecer aquilo que precisa ser mudado